Mundo
25/06/2026
Dois fortes terremotos sacudiram a Venezuela e deixaram ao menos 32 mortos e 700 feridos. O desastre ambiental provocou a queda de vários edifícios na região de Caracas.
A presidente interina Delcy Rodríguez confirmou os dados em pronunciamento na televisão. O balanço inicial deve subir rapidamente nas próximas horas.
Os tremores registraram magnitudes de 7,2 e 7,5 em menos de um minuto. Os dados técnicos são do USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos), que prevê milhares de vítimas.
O número atualizado exclui os dados do estado de La Guaira. A região litorânea abriga o principal aeroporto e desponta como a área mais castigada.
“Dezenas de edifícios desabaram e estamos realizando operações de resgate muito intensas para salvar o maior número possível de vidas”, afirmou Rodríguez.
A chefe do Executivo decretou estado de emergência para focar nos resgates. Ela agradeceu o apoio de líderes internacionais, incluindo o presidente americano Donald Trump.
O líder dos EUA (Estados Unidos) postou na internet que o país está pronto para ajudar. Equipes estrangeiras de salvamento desembarcam nas próximas horas.
O rastro de destruição se espalha pelos distritos da capital venezuelana. Prefeitos locais confirmaram desabamentos totais de prédios residenciais nos bairros de Baruta e Chacao.
O ministro do Interior, Diosdado Cabello, acionou todas as forças de segurança. Moradores desesperados ajudam a vasculhar os escombros atrás de sobreviventes.
O susto inicial gerou um alerta de tsunami para a costa caribenha. O aviso acabou cancelado pouco tempo depois pelas autoridades competentes.
O cenário de terror pegou a população em casa durante um feriado nacional. Os relatos de moradores descrevem estrondos fortes e cenas de pânico nas ruas.
A crise suspendeu as aulas escolares até o fim da semana corrente. O aeroporto de Maiquetía segue fechado devido aos sérios danos estruturais na pista.
Os hospitais da capital convocaram médicos folguistas para reforçar o atendimento emergencial. O fluxo de feridos superou a capacidade normal das clínicas.
Do lado econômico, a infraestrutura petrolífera do país escapou ilesa do abalo. Refinarias importantes e a multinacional Shell informaram que operam sem registros de acidentes.
O país ocupa uma área de forte atrito entre placas tectônicas. A região sofre com tremores históricos e já registrou tragédias similares no passado.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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