Mundo
22/02/2026
A NASA divulgou novos mapas e gráficos detalhando quando e onde será possível observar o eclipse lunar total de 3 de março, conhecido como “Lua de Sangue”.
O fenômeno ocorre quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite natural. Durante a fase total, a Lua atravessa completamente a parte mais escura dessa sombra.
Segundo a agência espacial americana, o material apresenta as fases do eclipse e os horários exatos para cada fuso nos Estados Unidos, onde o espetáculo poderá ser visto integralmente. África e Europa não terão visibilidade do evento.
No Brasil, assim como em grande parte da América do Sul e da Ásia Central, o eclipse será apenas parcial. Devido às dimensões continentais do país, a chance de observação será restrita — principalmente a áreas do oeste da região amazônica, e ainda assim apenas no início da fase parcial.
O ápice do eclipse total ocorrerá nas primeiras horas de 3 de março. Embora o evento completo dure cerca de cinco horas, a fase em que a Lua adquire a tonalidade avermelhada terá aproximadamente 58 minutos. O fenômeno é seguro e pode ser observado a olho nu, com binóculos ou telescópios. Também haverá transmissão ao vivo pelo YouTube.
A lua cheia será a terceira e última do inverno no hemisfério norte, o que lhe rende outro apelido tradicional: “Lua de Minhoca” — referência ao degelo do solo e ao reaparecimento das minhocas no início da primavera.
Por que a Lua fica vermelha?
A coloração avermelhada surge porque, mesmo com a luz solar bloqueada diretamente pela Terra, parte dela atravessa a atmosfera terrestre. Nesse trajeto, as tonalidades azuladas se dispersam, enquanto os tons avermelhados conseguem passar e acabam iluminando a superfície lunar, criando o efeito dramático que marca a chamada “Lua de Sangue”.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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