Política
11/05/2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o dia 12 de março como o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19.
A sanção ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto, marcada por críticas à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que comandava o país durante a pandemia.
Lula citou investigações da CPI da Covid, no Senado, sobre suspeitas de propina na compra de vacinas durante o governo anterior. Também lembrou as sucessivas trocas no comando do Ministério da Saúde, que chegou a ser chefiado pelo general Eduardo Pazuello.
O presidente afirmou que, se o governo Bolsonaro tivesse seguido as recomendações da Organização Mundial da Saúde e de especialistas, o país teria registrado menos mortes provocadas pela Covid-19.
O dia 12 de março foi escolhido por marcar a data da primeira morte pela doença no Brasil, em 2020, na cidade de São Paulo, e busca reconhecer o impacto da pandemia na vida de milhões de pessoas.
Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia de Covid-19. No total, mais de 700 mil mortes foram registradas no Brasil. O ano de 2021 foi o mais letal, com mais de 420 mil óbitos.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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