Esporte
18/04/2026
A morte de Oscar Schmidt, nesta sexta-feira, aos 68 anos, encerra um dos capítulos mais relevantes da história do esporte brasileiro.
Ídolo de dimensão internacional, o potiguar não apenas brilhou nas quadras — ajudou a transformar o basquete em um fenômeno popular no país, especialmente nas décadas de 1980 e 1990.
Nascido em Natal, com raízes familiares em Parelhas, no Seridó, Oscar levou o nome do Rio Grande do Norte para o mundo e se consolidou como um dos maiores jogadores de todos os tempos.
“Mão Santa”, como ficou conhecido, construiu uma carreira marcada por números impressionantes e reconhecimento global.
Foram cinco participações olímpicas e 1.093 pontos marcados — recorde histórico dos Jogos. Mesmo sem atuar na NBA, integrou o Hall da Fama do basquete mundial, um reconhecimento reservado a poucos e que confirma a dimensão do seu legado.
No país do futebol, Oscar abriu espaço para o basquete. Popularizou o esporte, formou público, inspirou gerações e ajudou a construir uma cultura que ultrapassou as quadras.
Mais do que um grande atleta, foi um divisor de águas. Um nome que não apenas marcou época, mas redefiniu o alcance do basquete no Brasil.
Não foi apenas mais um ídolo do esporte que morreu. Oscar Schmidt é uma lenda que deixará muita saudade. Fica o exemplo.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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