Economia
20/02/2026
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que 19 estados e o Distrito Federal encerraram 2025 com a menor taxa de desemprego da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. No Brasil, a taxa média ficou em 5,6%, o menor índice já registrado.
No Rio Grande do Norte, porém, o cenário foi menos favorável. O estado fechou o ano com 8,1% de desemprego, índice bem acima da média nacional e entre os mais altos do país — à frente apenas de Alagoas (8,3%), Amazonas (8,4%), Bahia (8,7%), Pernambuco (8,7%) e Piauí (9,3%).
Pelos critérios da pesquisa, é considerada desocupada a pessoa com 14 anos ou mais que procurou trabalho nos 30 dias anteriores à entrevista. O levantamento visita cerca de 211 mil domicílios em todo o país.
Informalidade elevada
Outro dado que chama atenção no RN é o nível de informalidade. Enquanto a média nacional ficou em 38,1%, o estado registrou 39%, acima do índice brasileiro.
Isso significa que quase quatro em cada dez trabalhadores potiguares atuam sem garantias como previdência, 13º salário, férias ou seguro-desemprego. O Nordeste concentra os maiores percentuais de informalidade do país.
Renda abaixo da média
No quesito rendimento médio mensal, o Rio Grande do Norte também aparece abaixo do desempenho nacional.
Renda média no RN: R$ 3.003
Média Brasil: R$ 3.560
O Distrito Federal lidera o ranking nacional, com R$ 6.320, seguido por São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177).
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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