Saúde
24/07/2026
O Sistema Único de Saúde (SUS) começou a substituir a insulina NPH pela glargina na rede pública do estado. A novidade beneficia jovens de 2 a 17 anos e idosos a partir de 70 anos com diabetes tipo 1 ou 2.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebeu 7.243 tubetes e 1.979 canetas de aplicação enviadas pelo Ministério da Saúde. O envio para as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e regionais de saúde ocorre a partir do fim de julho.
Para fazer a migração gratuita, o paciente precisa passar por consulta e apresentar receita atualizada no posto de saúde. A transição ocorre sem correria, conforme as consultas de acompanhamento forem sendo agendadas.
A médica Anna Karina Medeiros, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), reforça a virada de chave no tratamento. “A maior vantagem da glargina é a previsibilidade na ação e o menor risco de hipoglicemias e hiperglicemias”, destaca.
Na prática, o novo remédio reduz drasticamente as temidas quedas abruptas de glicose durante a noite. “Menos hipoglicemias noturnas significam um sono mais tranquilo e menos estresse para o paciente e familiares”, revela a médica.
Com a distribuição direta nas UBSs, famílias não precisam mais se deslocar até a Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat). A mudança descomplica a rotina de cuidados diários e garante um controle glicêmico muito mais seguro.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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