Justiça
29/01/2026
Sete terrenos da Via Costeira, em Natal, voltaram ao centro de uma disputa judicial que se arrasta há mais de duas décadas.
O Governo do Estado tenta renovar acordos antigos para liberar investimentos privados, enquanto entidades ligadas à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) defendem uso coletivo e alertam para impactos ambientais.
O caso também é acompanhado pelo Ministério Público.
O Observatório do Direito à Cidade Sustentável, Justa e Democrática da UFRN acionou o Tribunal de Contas do Estado (TCE) para analisar possíveis falhas nos procedimentos.
“A Via Costeira é um patrimônio paisagístico da cidade. O quanto desse patrimônio vai ser impactado? A população até agora não tem noção”, afirmou Marise Costa, coordenadora do observatório, que defende ampla discussão sobre o futuro da área.
A ação deve ser julgada no início de fevereiro pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ).
Segundo a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), a renovação já foi aceita em primeira instância, e o objetivo é atualizar licenças após o novo Plano Diretor de Natal, aprovado em 2022, para destravar investimentos “que possam ter sustentabilidade”, conforme afirmou o procurador-geral Anternor Roberto.
*Com informações do g1.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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