Tecnologia
04/02/2026
Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) desenvolveu um sensor químico rápido e de baixo custo para monitorar, quase em tempo real, inibidores usados contra incrustações na indústria do petróleo.
A inovação mira a segurança energética e a continuidade da produção ao reduzir entupimentos e paradas operacionais.
A tecnologia, criada com o Núcleo de Processamento de Alto Desempenho (NPAD), aplica a Espectroscopia Raman Aumentada por Superfície (SERS) em um substrato de vidro com quatro camadas de nanopartículas de prata, ampliando o sinal em até sete vezes.
O sensor detecta o inibidor ATMP (Ácido Aminotrismetileno Fosfônico) em baixas concentrações, compatíveis com operações em campo, com menor custo e menos infraestrutura que ICP-OES e cromatografia iônica.
Cálculos teóricos do NPAD confirmaram a afinidade entre o inibidor e a prata, validando a eficiência do sensor, e os resultados saíram em revista internacional da Elsevier.
O próximo passo é criar sensores SERS portáteis para uso direto nos poços, com foco em análise no local, redução de custos e maior controle químico.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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