Economia
28/09/2026
O umbu e a mangaba foram os frutos nativos mais extraídos do Rio Grande do Norte em 2025, segundo a Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O umbu somou 825 toneladas e R$ 1,19 milhão em valor de produção, enquanto a mangaba chegou a 605 toneladas e R$ 2,06 milhões.
Ao todo, foram extraídas 1.750 toneladas de produtos alimentícios, alta de 16,59% em relação a 2024, movimentando mais de R$ 4,15 milhões. A coleta de umbu ocorreu em 43 municípios, com São Miguel do Gostoso e Pedra Grande entre os maiores produtores, enquanto Nísia Floresta concentrou 530 das 605 toneladas de mangaba.
Na extração vegetal como um todo, a lenha manteve o protagonismo, com 1,11 milhão de metros cúbicos e mais de R$ 45,5 milhões em valor de produção, equivalente a 73,36% do total do setor. A atividade esteve presente em 130 municípios, e os produtos madeireiros responderam por 82,68% dos mais de R$ 62 milhões movimentados pela extração vegetal potiguar.
A pesquisa também registrou queda de 10,98% na extração de carnaúba, de 428 para 381 toneladas, e produção de eucalipto concentrada em Pureza e Macaíba. A PEVS considera produtos retirados de formações vegetais nativas ou provenientes de florestas plantadas, sem incluir frutos da agricultura, como o melão.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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